É indiscutível o aumento das doenças alérgicas em todo o mundo, que podem chegar a afectar mais de um quarto da população nos próximos anos, com crescente impacto social e económico. Esta prevalência explicar-se-á pelas características das sociedades industriais e pela própria cronicidade deste tipo de doenças. Os factores de risco estão associados, não apenas a determinantes individuais de ordem genética, mas às características ambientais e hábitos de vida, tendendo a agravar-se com a diminuição de qualidade destes últimos.